As Imagens de Histórias para Dormir Podem Ajudar Seu Filho a Sonhar com Imagens? 3 Contos Visuais

As Imagens de Histórias para Dormir Podem Ajudar Seu Filho a Sonhar com Imagens? 3 Contos Visuais

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Uma ótima história para dormir cria uma imagem na mente. Ela ajuda a criança a ver um mundo aconchegante antes de fechar os olhos. Algumas histórias são especialmente boas nisso. Elas são como imagens de histórias para dormir feitas de palavras. Elas descrevem coisas engraçadas e familiares de novas maneiras. Essas histórias são perfeitas para crianças que adoram imaginar. Elas pegam um item simples e o transformam na estrela de uma aventura suave. Aqui estão três novos contos. Pense neles como uma coleção de imagens de histórias para dormir que você pode ouvir. Cada história é sobre um objeto comum. Cada uma termina com um momento visual e tranquilo, perfeito para adormecer.

História Um: O Travesseiro que Queria Ser um Tapete

Leo tinha um travesseiro favorito. Era fofo e branco. Todas as noites, a cabeça de Leo descansava nele. Mas o travesseiro tinha um sonho. Ele não queria estar na cama. Ele queria estar no chão. Ele queria ser um tapete.

“Os tapetes veem mais ação”, o travesseiro disse a Leo uma noite. Sua voz era suave e abafada. “Eles são pisados. Eles veem sapatos. Eles ouvem todas as fofocas do nível do chão dos coelhinhos da poeira. É uma vida de aventura!”

Leo, que estava acostumado com suas coisas falando nessas imagens de histórias para dormir em sua cabeça, entrou na brincadeira. “Mas você é tão macio. Você é perfeito para um travesseiro.”

“Estou cansado de ser macio!” o travesseiro declarou. “Eu quero ser plano! Eu quero ser útil o dia todo, não apenas à noite!” E com uma balançada determinada, o travesseiro escorregou da cama. Tum. Ele pousou no chão. Ficou ali, plano e orgulhoso. “Viu? Eu sou um tapete agora. Um tapete muito branco e fofo.”

Leo saiu da cama. Ele fingiu andar no tapete-travesseiro. “Oh, que tapete bom”, ele disse, pisando gentilmente. O travesseiro riu. “Isso faz cócegas!”

Tudo estava bem até que a gata da família, Whiskers, entrou. Whiskers viu o travesseiro branco e fofo no chão. Seus olhos se arregalaram. Para um gato, uma coisa branca e fofa no chão tem um propósito. Uma soneca. Whiskers caminhou, deu três voltas e caiu bem no centro do travesseiro. Purrrrrrr.

“Ei!” o travesseiro gritou, sua voz agora muito abafada sob o gato. “Eu sou um tapete! Eu sou para andar! Não para tirar uma soneca!” Mas Whiskers já estava dormindo. O travesseiro estava preso, servindo como cama para gatos.

Leo sorriu. Ele gentilmente levantou Whiskers (que deu um mrrp sonolento?) e a moveu para o tapete de verdade. Ele pegou o travesseiro. Estava quente por causa do gato. “Já teve aventura suficiente?” Leo perguntou.

“Sim”, o travesseiro suspirou, parecendo aliviado. “Ser um tapete é um trabalho duro. E é muito popular entre os gatos. Acho que vou voltar para o meu antigo emprego. É mais tranquilo.” Leo colocou o travesseiro de volta em sua cama. Ele o afofou.

Naquela noite, quando Leo se deitou, o travesseiro estava extra macio e aconchegante. Ele não se mexeu. Estava feliz por ser um travesseiro. A aventura das imagens de histórias para dormir havia terminado. O quarto estava escuro. O travesseiro era apenas uma forma macia sob a cabeça de Leo. Whiskers ronronava no tapete de verdade. Tudo estava em seu devido lugar. Leo fechou os olhos, a imagem engraçada do travesseiro mandão preso sob o gato o fazendo sorrir. Logo, ele estava profundamente adormecido.

História Dois: O Imã de Geladeira que Queria Estar em um Museu

Na geladeira da família viviam muitos ímãs. Eles seguravam desenhos, horários e listas de compras. Um ímã era um pequeno morango de cerâmica. Seu nome era Gem. Gem olhou para a pintura da criança que ela estava segurando. Era um sol brilhante e bagunçado.

“Eu sou bonita demais para isso”, Gem disse ao ímã de foto ao lado dela. A foto era do cachorro da família. “Eu deveria estar em um museu. Atrás de vidro. As pessoas deveriam me admirar e falar em voz baixa.”

O ímã de foto do cachorro apenas sorriu seu sorriso permanente de foto.

Naquela noite, quando a cozinha estava escura, Gem fez sua jogada. Ela soltou a pintura. Flutuar. O papel escorregou pela geladeira. Gem usou sua força magnética para subir até o topo da porta do freezer. “Isso é melhor”, ela disse. “Um ponto de vista mais alto. Mais digno.”

Na manhã seguinte, a mãe de Leo entrou para pegar leite. Ela não viu Gem no topo. Ela só viu a pintura do sol no chão. Ela pegou. Ela precisava de um ímã. Seus olhos percorreram a geladeira. Ela viu Gem, o morango, sozinha no topo. “Aqui está você”, disse a mãe. Ela pegou Gem e a usou para prender a pintura do sol novamente, bem no meio da geladeira com toda a bagunça.

Gem estava de volta ao ponto de partida. Ela estava rabugenta. “Isso não é um museu! Isso é caos! Uma lista de compras está me tocando!”

Na noite seguinte, Gem tentou novamente. Desta vez, ela se mudou para o lado da geladeira, perto de uma receita de panquecas. Não foi melhor. Na manhã seguinte, o pai de Leo precisou da receita. Ele moveu Gem para segurá-la firme enquanto ele cozinhava. Gem ficou um pouco respingada com massa. “Vergonhoso!” ela gritou.

Depois de uma semana de fugas fracassadas, Gem estava cansada. Em uma noite tranquila, ela olhou para a porta da geladeira. Ela viu a pintura do sol. Ela viu a foto do cachorro. Ela viu um desenho de um dinossauro roxo estranho. Ela viu a lista de compras com “sorvete” circulado. Ela viu um convite para uma festa de aniversário. Ela viu um lembrete para uma consulta no dentista.

Isso não era um museu. Era melhor. Era uma história. A história de uma família. Uma história bagunçada, feliz e ocupada. E ela, Gem, o ímã de morango, estava segurando um pedaço de tudo isso. Ela fazia parte da exposição. A exposição mais importante.

Gem suspirou, um pequeno suspiro feliz de cerâmica. “Ok”, ela sussurrou para a foto do cachorro. “Talvez este seja o museu certo para mim. O Museu da Vida Cotidiana. E eu sou um artefato muito importante.” O cachorro na foto pareceu concordar.

Naquela noite, a cozinha estava escura e parada. A geladeira zumbia suavemente. Todos os ímãs estavam no lugar. Gem segurava a pintura do sol com firmeza. Ela não estava mais sonhando com uma vitrine de vidro. Ela estava em casa. A segunda de nossas imagens de histórias para dormir estava completa. A imagem de um pequeno ímã satisfeito em uma geladeira movimentada era pacífica. Em sua cama, Leo sonhava com pinturas de sol e sorrisos de morango. Tudo estava calmo.

História Três: A Luz Noturna e a Estrela Distante

Sam tinha uma pequena luz noturna em forma de nuvem. Ela brilhava azul. Seu nome era Nimbus. Todas as noites, Nimbus iluminava um canto do quarto de Sam. Ela fazia formas amigáveis na parede. Do lado de fora da janela de Sam, uma estrela muito brilhante brilhava. Era a primeira estrela da noite.

Nimbus olhou para a estrela. A estrela era clara e branca. A luz de Nimbus era suave e azul. “Eu queria poder ser tão brilhante”, Nimbus disse a Sam uma noite. “Eu queria poder ser vista de tão longe. Eu só ilumino este pequeno pedaço de carpete.”

“Eu gosto da sua luz”, disse Sam, aconchegando-se sob seus cobertores. “É uma luz amigável.”

Naquele momento, uma nuvem passou pela estrela brilhante. A estrela desapareceu. O quarto de Sam ficou um pouco mais escuro, mesmo com Nimbus brilhando. Sam se mexeu. “Onde a estrela foi?” ele murmurou, meio dormindo.

Nimbus viu sua chance. Ele era a única luz agora. Ele brilhou um pouco mais forte. Ele fez a luz azul se espalhar mais pelo tapete. Ele fez as formas de nuvem na parede dançarem lentamente. Sam observou a luz dançante e se acomodou novamente.

“Obrigado, Nimbus”, Sam sussurrou. “Você está aqui.”

A nuvem do lado de fora passou. A estrela brilhou novamente. Mas agora, Nimbus não se sentia com ciúmes. Ele se sentia como um parceiro. A estrela iluminava o céu. Ele, Nimbus, iluminava o quarto de Sam. Eles tinham trabalhos diferentes, mas ambos eram importantes.

“Olá, estrela”, Nimbus pensou consigo mesmo, brilhando seu azul constante. A estrela piscou de volta, como se estivesse dizendo olá.

A partir daquela noite, eles tiveram um entendimento. Quando Sam ia para a cama, ele via a primeira estrela. Então ele ligava Nimbus. A estrela para o céu. A luz noturna para o quarto. Uma equipe perfeita.

Sam adormeceu assistindo as duas luzes. Uma perto, outra distante. A última das imagens de histórias para dormir era uma imagem tranquila de cooperação. O quarto estava tranquilo. O brilho azul era suave. A estrela vigiava pela janela. Juntos, eles tornavam a noite segura e bonita. E naquela segurança, Sam sonhava com os sonhos mais profundos e pacíficos.