O Burro Que Cantava
Uma fábula simples e encantadora sobre um burro que sai escondido para comer pepinos e as consequências de ser barulhento demais enquanto saboreia o petisco. A história usa uma linguagem divertida e efeitos sonoros para envolver os jovens leitores, ensinando uma lição sutil sobre alegria e discrição.
Um burro vivia com um lavadeiro perto do rio. Durante o dia, ele carregava roupas.
À noite, ele escapulia para comer vegetais.
Certa noite, o burro encontrou um chacal. “Venha comigo”, disse o chacal. “Há um jardim cheio de pepinos frescos!”
O burro sorriu. “Vamos!”
Eles entraram na ponta dos pés no campo. Nhac, nhac, nhac! Eles comeram até suas barrigas ficarem redondas.
“Estou tão feliz”, disse o burro. “Quero cantar!”
“Cantar?”, sussurrou o chacal. “Você está louco? O fazendeiro vai ouvir!”
“Mas minha voz é linda”, disse o burro. Ele levantou a cabeça. “Ió! Ió!”
Boom! O fazendeiro saiu correndo com um grande porrete. Pof! Pof!
O chacal correu para os arbustos.
Mas o burro não conseguia correr rápido. Suas pernas estavam doloridas de tanto cantar. Ele apanhou — de novo e de novo — e voltou mancando para casa ao amanhecer.
O chacal espiou de trás de uma árvore. “Da próxima vez”, disse ele, “coma em silêncio.”
O burro gemeu. “Eu pensei que era um rouxinol.”
“Talvez”, disse o chacal, “mas nem os rouxinóis cantam de boca cheia.”
Daquele noite em diante, o burro continuou comendo pepinos — mas cantarolava em sua cabeça.
Porque a alegria é boa, mas o barulho atrai pauladas.
E nem todo sentimento precisa ser cantado em voz alta.
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