

Junte-se a Alex numa emocionante aventura de viagem no tempo! Uma pedra brilhante transporta-o para uma selva jurássica, onde ele faz equipa com o Compy para enganar um T-Rex. Com coragem e amizade, Alex desvenda segredos e fortalece os laços com o seu pai.
Alex, um curioso menino de 10 anos, adorava a vida de arqueólogo do seu pai, Daniel, mas a casa deles estava cheia de fósseis e mapas, enquanto Daniel trabalhava sem parar. “Queria que tivéssemos mais tempo juntos”, suspirou Alex, entrando sorrateiramente no escritório empoeirado de Daniel. Num baú antigo, ele encontrou uma pedra azul brilhante com estranhos símbolos gravados. Ao lado, estava o caderno de Daniel, com um rabisco: “O tempo abre-se com coragem.” O coração de Alex acelerou. O que era aquela pedra misteriosa?
Alex tocou na pedra e tudo girou. De repente, ele estava numa selva exuberante, quente e húmida, com rugidos distantes a ecoar. A pedra e o caderno estavam no seu bolso. “Onde estou?”, sussurrou ele, olhando nervosamente ao redor. Um pequeno dinossauro saltou de um arbusto! Alex ofegou, mas os seus grandes olhos olharam para ele com curiosidade. “Ei, quem és tu?”, perguntou ele, o seu medo transformando-se em admiração.
O dinossauro era Compy, um Compsognathus. No seu pescoço, havia um pendente com símbolos iguais aos da pedra. “És um viajante do tempo?”, sussurrou Alex. Compy não falou, mas puxou-o pela selva. Alex abriu o caderno e encontrou uma nota: “Dobra o tempo.” Seguindo Compy, ele lembrou-se das palavras de Daniel: “A coragem importa em todas as épocas.” O que é que isto significava? O seu coração batia forte de excitação.
Compy levou Alex a uma caverna onde um enorme T-Rex rugia, prendendo a família de Compy lá dentro! O coração de Alex bateu forte. “Temos de os salvar!”, disse ele. O caderno dizia que os símbolos podiam “controlar o tempo”, mas como? Compy abanou a cauda, sinalizando um plano. Eles iriam atrair o T-Rex para um pântano. Alex lembrou-se das palavras de Daniel sobre coragem e respirou fundo. Era hora de ser corajoso.
Alex e Compy correram, os passos rápidos de Compy a afastar os ramos. O T-Rex perseguiu-os, os seus rugidos a abalar as árvores. Alex tropeçou numa raiz, mas a cauda de Compy sinalizou perigo. “Obrigado, amigo!”, ofegou Alex. No pântano, ele lembrou-se da pista do caderno: “Inverte os símbolos.” Será que funcionaria? O seu coração acelerou enquanto ele agarrava a pedra, pronto para tentar qualquer coisa para salvar a família de Compy.
Alex agarrou a pedra, traçando os símbolos ao contrário. “Leva-nos para casa!”, gritou ele. A pedra brilhou e o T-Rex afundou-se no pântano, a rugir. A família de Compy saiu a correr da caverna. Um pequeno Compy aconchegou-se em Alex, como se estivesse a agradecer. Alex sorriu, a pensar: “O pai tinha razão — os amigos aquecem o coração.” Mas um clarão de luz repentino engoliu-os. Para onde iam agora?
Alex e Compy apareceram no escritório de Daniel. Compy, confuso, saltou para a secretária, quase derrubando um fóssil. Alex riu-se: “Calma, esses são os teus primos!” Ele abriu o caderno e encontrou uma nota: “Os símbolos seguem a intenção do coração. Alex, cada momento contigo é uma aventura.” Os seus olhos encheram-se de lágrimas; o amor de Daniel estava naquelas palavras. Compy abanou a cauda, pronto para o próximo passo.
Compy saltitava pelo escritório. Alex pegou no pendente de Compy e colocou-o na pedra. O caderno mostrava um esboço que ligava os símbolos. Alex alinhou-os e sussurrou: “Envia o Compy para casa!” Um portal abriu-se, revelando a selva. Compy olhou para Alex, abanando a cauda como se dissesse: “Obrigado, amigo!” O portal brilhou, pronto para levar Compy de volta.
A família de Compy apareceu no portal. Um pequeno Compy aconchegou-se novamente em Alex. “Vou sentir a tua falta”, sussurrou Alex. Os grandes olhos de Compy encontraram os dele, a cauda a abanar, antes de saltar pelo portal com a sua família. Alex ficou sozinho, com o coração aquecido. A nota de Daniel ecoou: “As aventuras fazem o coração acelerar, os amigos aquecem-no.” Compy era um amigo, Daniel a sua família. Esta aventura foi inesquecível.
Quando Daniel chegou a casa, Alex mostrou-lhe a pedra e o caderno. “Pai, eu vivi a tua aventura!”, disse ele, sorrindo. Os olhos de Daniel arregalaram-se. “O meu diário antigo! Desvendaste o seu segredo!”, disse ele, radiante de orgulho. Ele abraçou Alex, dizendo: “Cada momento contigo é um tesouro.” Alex sentiu o calor do seu pai; o trabalho de Daniel não lhe roubava o seu amor. O laço entre eles estava mais forte do que nunca.
No seu quarto, Alex encontrou uma pequena pena que Compy deixou. Segurando-a, ele lembrou-se da nota de Daniel: “O tempo abre-se com coragem.” Ele sorriu, sussurrando: “Voltaremos a ver-nos, Compy.” A pedra já não brilhava, mas Alex sabia que as aventuras não tinham acabado. Talvez outra era o esperasse. O seu coração encheu-se de esperança e coragem.
No dia seguinte, Alex e Daniel sentaram-se no escritório. Daniel estudava os símbolos do caderno. “Talvez haja mais para descobrir”, disse ele, piscando o olho. Alex imaginou as antigas aventuras de Daniel. “Podemos descobri-las juntos?”, perguntou ele. Daniel sorriu: “Porque não, aventureiro?” Alex sentiu que este momento, tal como a amizade de Compy, era caloroso e inesquecível.
Alex colocou a pedra e o caderno na secretária. Daniel disse que um símbolo poderia estar ligado ao Antigo Egito. “Talvez vás lá”, brincou ele. Os olhos de Alex brilharam. A aventura com Compy ensinou-lhe a ter coragem. “Estou pronto, pai!”, disse ele. Daniel deu-lhe uma palmada no ombro. “Já és um viajante do tempo.” Alex sorriu, radiante de orgulho.
No seu quarto, Alex guardou a pena de Compy numa caixa. Ele lembrou-se da selva e da nota de Daniel: “Cada aventura é um começo.” Pronto para novas eras e amigos, Alex sentia-se mais forte com o apoio de Daniel. “Talvez um dia”, pensou ele, “um novo portal se abra.” Ele adormeceu, a sorrir.
O Que Aprendemos?
Não EntendoUm livro ilustrado em estilo documentário que oferece uma introdução cientificamente precisa aos dinossauros, cobrindo suas características, diferentes espécies como Tyrannosaurus rex e Triceratops, seu habitat durante a Era Mesozoica e sua eventual extinção. Ele mantém um tom estritamente não antropomórfico, focando em informações factuais.
Esta história educativa apresenta os pterossauros, os répteis voadores que viveram ao lado dos dinossauros, aos jovens leitores. Ela apresenta fatos científicos em linguagem clara e cativante para explicar suas características físicas, comportamentos e habitats, proporcionando uma imagem vívida dos céus pré-históricos e da diversidade da vida antiga.
Max explora uma caverna escura e encontra sombras curiosas que o assustam! Mas, pelo caminho, ele conhece companheiros que o ajudam a descobrir o significado da amizade. Esta história ajuda os leitores iniciantes a aprender os sons iniciais das letras, com um foco especial no som do /c/.
Esta história de não ficção apresenta aos jovens leitores fósseis e paleontologia através de descrições claras e factuais. Explica como os fósseis se formam, os diferentes tipos de fósseis e a sua importância na descoberta do passado antigo da Terra. O tom é educativo e envolvente, adequado para crianças que começam a explorar as ciências naturais.
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Um solitário viajante de poeira estelar descobre as suaves luzes da Terra — que guiam, alegres e acolhedoras — todas acesas pelas pessoas, umas para as outras. Ele transforma-se numa estrela guardiã, velando para sempre por este planeta onde a bondade brilha mais forte na escuridão.
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