


Leo, um leãozinho, sonha com Sunfield, um prado dourado que a sua mãe descreve. Quando é separado da sua mãe e levado para outro zoológico, Leo encontra um novo amigo, Glint, uma centelha de luz que o guia numa fuga aventureira de volta a Sunfield e a um reencontro emocionante.
Num canto tranquilo do zoológico da cidade, nasceu um pequeno filhote de leão chamado Leo.
A Mamãe Luma sempre lhe contava histórias sobre o Campo Solar, um prado dourado que se estendia até o sol. O pequeno Leo sonhava que um dia veria o Campo Solar com os seus próprios olhos.
Um dia, os tratadores do zoológico levaram Leo para longe da Mamãe Luma para o transferir para outro zoológico. Leo tremia de medo. A Mamãe Luma sorriu suavemente e disse: “Nós nos veremos novamente, meu querido.”
Na sua nova jaula, Leo sentava-se num canto todos os dias, triste e pequeno, a olhar para o chão e a pensar na Mamãe Luma, esperando que ela viesse. Até que um dia, ele conheceu um novo amigo.
O nome do seu novo amigo era Cintila, uma pequena e brilhante faísca de luz que passava pelas grades todas as manhãs, trazendo alegria. Leo agachava-se e saltava com as suas patinhas, tentando apanhar o brilho, atacando e caindo, aprendendo o que os amigos podem mostrar.
À noite, quando Cintila se afastava a flutuar, Leo fechava os olhos e sonhava com o dia no Campo Solar.
Um dia, enquanto o tratador lhe trazia comida com cuidado, uma grande briga começou perto dos macacos. Que susto! O tratador saiu apressado, esquecendo-se de fechar a porta de Leo. De repente, a aventura bateu à sua porta.
Leo olhou para a porta aberta. O seu pequeno coração acelerou mais do que nunca. Ele deu um pequeno passo para trás, inseguro, a pensar se deveria ficar em segurança ou explorar.
Cintila brilhou através da porta e chamou: “Porque estás com medo? Anda, eu mostro-te o caminho.” A luz do sol espalhou-se pelo chão, iluminando o caminho à frente.
Feliz e animado, Leo começou a seguir o caminho brilhante que Cintila mostrava, suave e tranquilo.
Tudo estava bem até o sol se pôr atrás das árvores, e Cintila desaparecer, e Leo sentir um pequeno arrepio. Ele tremeu e parou, sem saber o que fazer, sentindo-se pequeno num mundo tão grande e novo.
Então, Cintila brilhou de um poste de luz acima e chamou: “Ei, porque paraste? Anda, eu mostro-te o caminho.” As lâmpadas acenderam-se uma a uma, e o caminho brilhou novamente.
Feliz e animado, Leo começou a andar de novo, seguindo Cintila pela avenida brilhante.
Leo saiu do parque da cidade e entrou numa floresta tão escura. As luzes da rua desapareceram, e ele perdeu o brilho de Cintila. Ele sentou-se com um suspiro, sentindo-se muito triste. Sussurrou: “Quem me dera que a Mamãe Luma estivesse aqui também.”
Um pequeno pirilampo pousou suavemente no nariz de Leo. E a voz de Cintila surgiu novamente: “Porque estás triste? Anda, eu mostro-te o caminho.” Os pirilampos brilharam e iluminaram o caminho à frente.
Feliz e animado, Leo seguiu mais uma vez pelo caminho cintilante que Cintila tinha mostrado.
Leo caminhou pela floresta escura até a luz da manhã. O céu clareou lentamente, as estrelas desapareceram e os pirilampos apagaram-se um a um. Finalmente, Leo chegou ao Campo Solar, com o coração aberto.
Extremamente feliz, Leo correu pelo prado dourado, rebolando na relva, o sol na sua pele, tão, tão amarelo. Ele era o filhote de leão mais feliz do mundo inteiro, mas ainda pensava na Mamãe Luma. Então, ele notou uma sombra a mover-se em frente ao sol.
Ele piscou os olhos e, para sua surpresa, a Mamãe Luma estava lá, brilhante como o nascer do sol.
Ela abraçou Leo com força e disse: “Eu também fugi do zoológico, na esperança de te encontrar aqui.” Agora eles estavam em casa, sob a luz do Campo Solar, seguros e próximos.
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O luar acorda o fóssil de um dinossauro no museu. Ele sai às escondidas para explorar a cidade adormecida: soprando pétalas para longe, dando um toquezinho na mão de um menino, perseguindo cheiros gostosos de pão, dançando debaixo de uma fonte. Antes de a lua descansar, o dino acena em despedida, aconchegando no museu uma noite de luz estelar.
Luma, uma peixinha com uma luz brilhante na cabeça, sente-se tímida porque a sua luz a torna diferente. Mas quando uma nuvem escura de areia envolve os seus amigos, o dom único de Luma torna-se o seu guia e salva o dia, ensinando a todos o valor de aceitar aquilo que os torna especiais.
Um livro ilustrado de ciências para leitores iniciantes, criado para desenvolver o vocabulário de cores, a capacidade de observação e a confiança na leitura — explorando como a luz torna o mundo colorido visível através de ritmo, repetição e descobertas alegres.
Uma jornada brilhante e alegre pela ciência da luz! As crianças descobrem como a luz brilha, viaja e nos ajuda a ver cores, sombras e arco-íris. Fatos simples, palavras suaves e ilustrações acolhedoras tornam o aprendizado sobre a luz divertido e cheio de maravilhas.
Old Goat invited Piglet and Little Monkey to perform a show together. However, the pair didn't know how to cooperate with each other at first. As they spent time together, they learned to work as a team, became good friends, and put on a wonderful performance.
aprendendo sobre as propriedades da luz de uma forma divertida
Uma semente pequenina, um coração carinhoso e um sonho que cresce. De uma fenda nas rochas a uma árvore cheia de laranjas, o amor de um pequeno jardineiro faz tudo florescer.
Light is like a magician! It zooms, bounces, and even bends. Join us on a bright adventure to discover the secrets of physics—from sunlight to lenses. This book is perfect for curious little scientists who love to ask 'Why?'
A little girl found a glowing seed, so she took it home, planted it, and took good care of it. But the seed still hadn’t sprouted. When she noticed all the plants outside her window were thriving, she finally realized what the seed needed. 小女孩发现了一颗会发光的种子,于是她把种子带回家种下并细心照顾,但是种子却迟迟不发芽。小女孩发现窗外的植物都生长得茂盛,终于明白了种子需要什么。
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O vento de inverno era frio, e a neve era profunda. Um menino achava que o cachecol vermelho da sua mãe era velho demais, vermelho demais. Até que um dia, ele ficou com frio demais para caminhar pela tempestade. Então, uma luz vermelha apareceu — e o levou de volta para o abraço caloroso da sua mãe. Esta é uma história sobre amor, luz e o calor do lar — pois no inverno mais frio, a coisa mais quente de todas é o amor de uma mãe, e o cachecol vermelho que o carrega.
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